Xinran

Vai aí uma excelente dica de leitura: Xinran, As Boas Mulheres da China.

Acabei de ler esse livro fantástico, uma aula de humanidade e valores. O livro conta algumas passagens na vida de Xinran Xue, autora e protagonista do livro. Uma radialista da China “meio comunista, meio sabe-se lá o quê”, mas que viveu na infância os horrores da China socialista e totalitária. O foco do livro não é o país em si, mas o sofrimento das mulheres, que na maioria das vezes sim foi provocado pela política do país. A própria protagonista cita fatos da sua vida que a traumatizam desde criança. Veja este relato retirado de uma entrevista que a própria concedeu à Revista Veja (clique aqui para ler a entrevista):

Durante a Revolução Cultural, meus pais foram presos, acusados de ser capitalistas porque haviam trabalhado com estrangeiros e falavam inglês. Os guardas vermelhos entraram em casa e fizeram uma fogueira com tudo o que diziam ser “reacionário” ou “burguês”: livros do meu pai, meus brinquedos e até minhas tranças. Eu usava duas tranças, amarradas com fitas. A guarda gritou que era um penteado burguês. Cortou-as e jogou-as no fogo também. Depois disso, fui levada, com meu irmão mais novo, para um quartel da Guarda Vermelha. Vivi lá por seis anos e meio. Como nossos pais eram considerados reacionários, éramos chamados de “crianças negras” e não podíamos brincar com as outras. Dormíamos no chão. Muitas noites, os guardas vinham, no escuro, pegavam uma criança e a levavam para o quarto ao lado. Era a hora dos abusos, dos espancamentos… Eu ouvia o choro e os gritos e ficava tão assustada que meu corpo todo tremia. A cada noite eu achava que seria a minha vez. Era aterrorizante. Acho que escapei porque era muito pequena. Até hoje, quando meu marido está viajando, não durmo sem colocar minha bolsa, minhas chaves, tíquetes de avião, qualquer coisa assim, ao lado da cama. Faço isso para não entrar em pânico quando acordar no meio da noite – para lembrar que não estou mais lá e quem eu sou agora. Não consigo me livrar disso. Procurei psicólogos, mas não funcionou. Acho que eles eram ocidentais demais para me entender.

Detalhe: A própria não pode mais voltar à China. Saiu fugida e agora precisa de visto pra entrar no próprio país. Já viram isso em algum país capitalista? Já viu isso na Suíça? Na Noruega? Na Dinamarca? Pois é! E depois vem professorzinho de humanas andando de New Civic e morando em Moema querendo me falar da “opressão do capitalismo”. O que a preguiça de trabalhar não faz com as pessoas…

Também achei curioso este exemplo que ela usa para explicar a China, mas que sem querer explica o sucesso de certas políticas assistencialistas daqui mesmo da terra tupiniquim:

Antes dos anos 80, a China era um garoto sujo e esfomeado. Nunca teve a chance de tomar um banho quente, de vestir uma roupa limpa, de forrar o estômago. Se você oferece a esse menino, em uma mão, um pão duro e velho, e na outra mão, um cardápio com nomes de pratos desconhecidos e maravilhosos, qual dos dois ele vai preferir?

Troque China por Brasil, “pão duro” por “bolsa-família” e “cardápio” por democracia e salário. Tá explicado o Brasil.

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Metrô Higienópolis

E mais uma vez o povo brasilóide mostra sua mediocridade, sua total incapacidade de entender uma coisa sem deturpá-la e sua vocação pra papagaio de pirata.

Primeiro vamos esclarecer uma coisa, deixando claro que são duas: uma é o metrô, a outra é a declaração da “gente diferenciada”.

Começando pela segunda, sim, foi infeliz essa declaração da “gente diferenciada”. Foi despreparada e inoportuna. Pior, racista e merecedora de punição judicial.

Agora, a primeira questão, ah, vão à merda.

Alguém aqui gosta de ter na sua porta um vizinho barulhento? Aposto que 99% dos condomínios do Brasil tem confusão por causa de vizinho barulhento. Agora imagina dúzias de camelôs sujando a rua. Camelô suja a rua sim. Me mostre uma rua que tenha camelôs que seja limpa que mudo de sexo amanhã. Agora junte a isso bancas vendendo comida, tocando música alta, ponto final de ônibus e criminalidade à mil. Você gosta disso? Tudo bem, vá morar no Capão Redondo e deixe Higienópolis em paz.

Eu não moro em Higienópolis, nem sou “diferenciado”, muito menos rico, mas eu não quero metrô na minha porta também.

Vi imbecis também comentando que ah, esses “judeus metidos” (olha a discriminação!) andam de metrô em Nova Iorque e acham lindo, e aqui reclamam do metrô na sua porta. Se esse infeliz tivesse andando de metrô em Nova Iorque, saberia que, se o metrô aqui fosse igual o de lá, ninguém estaria falando nada.

Vi muita gente também achando que ah, se eu sou pobre e tenho que conviver com isso, esses ricos metidos também tem que sofrer. Acho legal essa atitude de querer nivelar pra baixo. Quer dizer que Higienópolis tem que piorar pra ficar uma favela, e não o contrário? Não seria o ideal melhorar onde está ruim e deixar onde está bom em paz? Tô achando lindo que não vão investir em um bairro rico! Montem essa estação onde o povo precisa!

E essa PALHAÇADA dessa idéia ridícula do “churrasco”? Meu, porque não se mobilizam assim pra arrumar as calçadas dos seus próprios bairros e deixam o bairro dos outros em paz? Parem de tomar conta do bairro dos outros! Parem de tomar conta da vida dos outros! Isso aqui  não é Big Brother! Olhe o seu bairro! Se mobilize para melhorar o seu e deixe os dos outros em paz! Larga mão de ser invejoso!

A esse povo medíocre, invejoso, que se revolta por rede social, tuita por iPhone pré-pago, se preocupando com o bairro dos outros enquanto na porta da casa dele tudo está um lixo, meu total completo e mais puro desprezo.

OBS.: Atualizando. Agora tem gente querendo organizar PASSEATA!!! PASSEATA!!! Gente que se bobear nem mora em São Paulo está se preocupando com a Estação Higienópolis-Mackenzie!!! Eu quero morrer!!! Bando de desocupado!!! Eu já disse o quanto eu odeio passeata (clique aqui), agora, essa é a campeã da imbecilidade!!!

Implicante

Descobri mais um site que vale a visita. Mais um brasileiro se mexendo pra colocar um pouco de lógica nessa republiqueta ignorante.

Pare o que estiver fazendo e visite http://www.implicante.org/

Netinho, Canadá, Austrália e os índios

Fato 1: Netinho está em segundo lugar nas pesquisas para eleição de senador por São Paulo.

Pior, está atrás da Marta não-mais-Suplicy, empatado com o Quércia! Com o Quércia! Isto numa eleição onde a Dilma está na frente nas pesquisas mais do que estava o Tio Lula na última eleição. Justamente a Dilma, que tem um passado controverso e nunca foi ninguém na política.

Netinho já é vereador por São Paulo, e foi eleito em terceiro lugar no último pleito. E, como desgraça pouca é bobagem, é candidato pelo PC do B. Sim, o partido comunista. Mas o mais engraçado é que isto não é levado em consideração em nenhum momento. Veja essa matéria do G1 onde sequer é citado o partido do Netinho.

Fato 2: Cada vez mais brasileiros de classes mais altas imigram para Canadá e Austrália.

Canadá e Austrália são dois países incríveis. Tem dos melhores índices de qualidade de vida do mundo. Tem vagas de empregos mas faltam pessoas. Ruas limpíssimas. Criminalidade beirando o zero. Um sonho. Não há mendigos. Não há bolsa-família. A esmola é repudiada. Os impostos são baixos. A educação e saúde nos faz querer nos beliscar para ver se não estamos sonhando. E, pra piorar, ainda aceitam brasileiros que tenham um mínimo de educação. Depois querem me convencer que o capitalismo é mau…

Basta digitar no Google “imigração canada australia” que aparecerão milhares de sites e empresas que podem lhe auxiliar neste processo. A Austrália, pra ajudar, tem um clima praticamente igual ao do Brasil, apesar de ser do outro lado do mundo. O Canadá já é mais perto e tem a vantagem de ser ao lado dos Estados Unidos, permitindo assim algumas viagens de férias mais interessantes, porém é frio pra diabo. É tirar no uni-duni-tê e ir viver num lugar decente e seguro.

Fato 1 + Fato 2 = Vamos devolver o Brasil para os índios e vamos embora. Cansei dessa merda.

Brasileiro vai ser sempre brasileiro

Brasileiro vai ser sempre brasileiro

Muitas vezes eu me esforço aqui em demonstrar o quanto estamos errados e o quão simples e óbvia é a solução correta para os problemas do nosso país. Mas eu acho que nunca consegui ser tão claro e objetivo como o texto do link abaixo:

http://www.morroida.com.br/brasileiro-vai-ser-sempre-brasileiro/

Concordo em gênero, número e grau, sem mudar uma vírgula. Parem o que estiverem fazendo e leiam este texto. Agora.

Escondendo ou ajudando quem vive na rua?

Em clima de Copa do Mundo, vamos falar um pouco da África do Sul. Não vou entrar em todos os problemas deste país, mas vou comentar um fato acontecido: o assentamento improvisado de Blikkiesdorp.

A história não é nova: O governo recolhe toda a população de rua e enfia em um lugar longe pra burro, dando casa e comida. Só pra citar um exemplo, a “comunidade” Cidade de Deus, do Rio de Janeiro, começou assim. O filme homônimo retrata isso, bem como sua conseqüência.

Não precisa nem dizer que daqui a 30 anos a África do Sul vai se arrepender amargamente deste erro. Não que vivendo na rua essas pessoas estavam melhor, mas dar casa e comida não resolve nada, todo mundo já sabe disso. Se pelo menos tivesse uma escola ali do lado, haveria alguma esperança.

Será que algum dia alguém vai dar educação para o povo em vez de bolsa-família? Cada dia que passa eu perco mais a minha esperança. Acho que vou mudar para o Chile…

Arnaldo Jabor, as favelas e o óbvio

Eu falo muito aqui de como no Brasil o óbvio é um problema. Para muita coisa há uma solução óbvia, mas para muita gente o óbvio parece assustador.

Ao ver o comentário de Arnaldo Jabor que passou agora à pouco no Jornal da Globo, eu vi mais obviedade. Mas tem uma delas que eu queria comentar: Os defensores das favelas.

Tente tirar uma favela e aparecerão milhares de pessoas “defendendo” a favela. Como se favela fosse bom. Na verdade são um bando de pilantras, ao estilo Hugo Cháves, que mantém o povo pobre, porque o pobre vota nele. Esse bando de pilantras defende a favela porque eles vivem dela. Sem favela, vão ter que procurar outra coisa pra fazer. E a favela que, óbvio, é péssima para quem vive lá, continua.

São traficantes, políticos, ONG’s de origem duvidosa e demais “roleiros” que vivem daquela pobreza. É o Lula que dá o bolsa família e escraviza o voto. De novo o velho paternalismo. E não melhoram a vida de ninguém, afinal, eles não defendem as pessoas, eles defendem “a favela”.

Vai aí uma dica: Viu alguém defendendo uma favela, é pilantra. Peroba nele!

São Paulo e moradores de rua

Gostei muito da matéria que saiu no Jornal Metro no dia 19 de abril de 2010, sobre o trabalho da prefeitura de São Paulo para atender os moradores de rua. Segue o link:

http://www.readmetro.com/show/en/MetroSaoPaulo/20100419/1/13/

Nesta reportagem, vi alguns fatos que corroboram o que tenho falado aqui no blog.

  • Foram fechados albergues por pura falta de demanda. Ou seja: há lugares limpos, com direito a banheiro, chuveiro, cama quente, agente de saúde e comida para os moradores de rua. Eles que não querem ir.
  • No inverno de 2009, no dia mais frio do ano, peruas da prefeitura foram acolher os moradores de rua. Eles recusaram ajuda e 500 leitos ficaram vazios.
  • E o mais grave de tudo: A prefeitura não consegue atender mais porque há muita gente e ONG’s que distribuiem comida, roupas e dinheiro. Com comida pra ficar de pé, cobertor pra não morrer de frio, e dinheiro pra comprar crack, quem vai pro albergue?

Ou seja, quando você ajuda um morador de rua, mesmo com comida, você só está incentivando que ele fique na rua, e não num albergue.

Ajude um morador de rua: Não dê esmola!

Esmola: O dono do bar agradece

Essa foi ótima e aconteceu este último sábado aqui ao lado do meu prédio.

Eu estava almoçando na padaria aqui na rua. A padaria tem umas cadeiras em uma área aberta na entrada, e lá estava eu curtindo meu X-calabresa. De repente escuto uma buzina e vejo do outro lado da rua um mendigo saindo do bar e quase sendo atropelado.

Na terceira tentativa ele conseguiu atravessar a rua. Estava “pra lá de Bagdá” nitidamente e veio direto em direção às mesas da padaria. Ou melhor, diretamente na minha direção. Eu, obviamente, neguei a esmola.

Sem cerimônia o mesmo se dirigiu à mesa ao lado e conseguiu 2 reais. Após conferir a “féria”, mais 2 tentativas de atravessar a rua. Quase que derruba um motoqueiro que não tinha nada a ver com a história. E lá foi ele de volta para o bar.

Aposto que ele queria comprar pão e errou o lado da rua…

Eu não queria ir para a escola

Eu não queria ir para a escola quando era pequeno. Não mesmo.

Todos os dias eu acordava às 6 da manhã para entrar às 7 na escola. E todos os dias eu dizia para a minha mãe que eu não queria ir. Eu vestia meu uniforme reclamando, calçava meu “kichute” reclamando, tomava meu leite reclamando, ia a pé para a escola de mãos dadas com a minha mãe reclamando. E o que minha mãe fazia? Me levava para a escola. Simples. Ou me ignorava ou me dava uns tapas e uns puxões de orelhas. Mas ainda sim me levava para a escola. Eu fazia birra, me jogava no chão, e minha mãe me levava para a escola. Hoje eu agradeço à minha mãe por cada tapa e puxão de orelha.

Mas hoje as mães não são mais assim. As mais pobres tiram o filho da escola, as de classe média culpam a escola e as mais ricas pagam terapeuta. Parece que essas mães de hoje não sabem o óbvio que minha mãe sabia: Não se dá ouvidos a uma criança de 7 anos de idade.

Mas deixando de lado essa discussão pedagógica, o que me assusta mesmo é o que acontece com os mais pobres. E digo mais: O principal e maior problema do Brasil é a falta de estudo dos mais pobres. Não é a fome, nem violência, nem pobreza, nem saúde, nem poluição, nada. O maior problema do Brasil é a educação.

Vou repetir: O MAIOR PROBLEMA DO BRASIL É A EDUCAÇÃO. A EDUCAÇÃO RESOLVE TODOS OS OUTROS!!!

E digo mais: Todos os países desenvolvidos tem altos níveis de educação. Simplesmente todos, sem excessão. E não há nenhum país subdesenvolvido com bons níveis de educação. É o que minha mãe já sabia: A fórmula do desenvolvimento é a educação. Seja uma pessoa ou seja um país.

Minha mãe inclusive me obrigou a estudar até a faculdade. Não queria apenas que eu aprendesse a ler e a escrever. Era pra ser alguém na vida. Ela dizia que ler e escrever qualquer um sabia, até ela.

Para quem não sabe, em alguns países desenvolvidos o estudo é OBRIGATÓRIO. Não tem conversa, criança em idade escolar é obrigada a estudar. E ponto final. Se o pai não levar o filho na escola, vai preso! É cadeia mesmo! É crime tirar a criança da escola. Aqui isso até acontece, mas é exceção.

Esqueçam essa de bolsa-família, de investimento do BNDES, de grau de investimento, de reforma agrária, de todas estas tentativas de levar o país pra frente. É tudo perda de tempo. A ÚNICA SOLUÇÃO PARA O BRASIL É A EDUCAÇÃO. O dia em que o estudo até a faculdade for obrigatório no Brasil, neste dia seremos um país de primeiro mundo. Até lá estamos perdendo tempo e sustentando um povo feito de trouxa pelo governo. Governo que mantém o povo burro para assim dominá-lo.

Ah se o Tio Lula conhecesse a minha mãe…

Eu não queria ir para a escola

Este é mais um texto que há muito tempo eu queria escrever, então peço paciência e atenção de todos que estão lendo.

Todos os dias eu acordava às 6 da manhã para entrar às 7 na escola. E todos os dias eu dizia para a minha mãe que eu não queria ir. Eu vestia meu uniforme reclamando, calçava meu “kichute” reclamando, tomava meu leite reclamando, ia a pé para a escola de mãos dadas com a minha mãe reclamando. E o que minha mãe fazia? Me levava para a escola. Simples. Ou me ignorava ou me dava uns tapas e uns puxões de orelhas. Mas ainda sim me levava para a escola. Eu fazia birra, me jogava no chão, e minha mãe me levava para a escola. Hoje eu agradeço à minha mãe por cada tapa e puxão de orelha.

Mas hoje as mães não são mais assim. As mais pobres tiram o filho da escola, as de classe média culpam a escola e as mais ricas pagam terapeuta. Parece que essas mães de hoje não sabem o óbvio que minha mãe sabia: Não se dá ouvidos a uma criança de 7 anos de idade.

Mas deixando de lado essa discussão pedagógica, o que me assusta mesmo é o que acontece com os mais pobres. E digo mais: O principal e maior problema do Brasil é a falta de estudo dos mais pobres. Não é a fome, nem violência, nem pobreza, nem saúde, nem poluição, nada. O maior problema do Brasil é a educação.

Vou repetir: O MAIOR PROBLEMA DO BRASIL É A EDUCAÇÃO. A EDUCAÇÃO RESOLVE TODOS OS OUTROS!!!

E digo mais: Todos os países desenvolvidos tem altos níveis de educação. Simplesmente todos, sem excessão. E não há nenhum país subdesenvolvido com bons níveis de educação. É o que minha mãe já sabia: A fórmula do desenvolvimento é a educação. Seja uma pessoa ou seja um país.

Minha mãe inclusive me obrigou a estudar até a faculdade. Não queria apenas que eu aprendesse a ler e a escrever. Era pra ser alguém na vida. Ela dizia que ler e escrever qualquer um sabia, até ela.

Para quem não sabe, em alguns países desenvolvidos o estudo é OBRIGATÓRIO. Não tem conversa, criança em idade escolar é obrigada a estudar. E ponto final. Se o pai não levar o filho na escola, vai preso! É cadeia mesmo! É crime tirar a criança da escola. Aqui isso até acontece, mas é exceção.

Esqueçam essa de bolsa-família, de investimento do BNDES, de grau de investimento, de reforma agrária, de todas estas tentativas de levar o país pra frente. É tudo perda de tempo. A ÚNICA SOLUÇÃO PARA O BRASIL É A EDUCAÇÃO. O dia em que o estudo até a faculdade for obrigatório no Brasil, neste dia seremos um país de primeiro mundo. Até lá estamos perdendo tempo.

Ah se o Tio Lula conhecesse a minha mãe…

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