Brasileiro é o povo mais roubado do mundo

Enquanto nosso querido Superior Tribunal Federal se ocupa de decisões de extrema importância para o país, como se um bandido italiano pode ficar solto aqui ou então se um bando de maconheiro pode atrapalhar a vida dos outros com uma passeata, nós somos os idiotas mais roubados do mundo.

Entre os 30 países com as maiores cargas tributárias, o Brasil é o que proporciona o pior retorno dos valores arrecadados em bem-estar para seus cidadãos

Traduzindo: O governo brasileiro é dos que mais toma nosso dinheiro, e o que devolve menos. Ou seja, toma muito, devolve pouco, e some com a diferença.

Repare nos 10 países no topo dessa lista. Todos países assumidamente capitalistas, onde contratos são respeitados e a educação é item primordial. Países onde não há bolsa-família, muito menos direitos trabalhistas irreais e punitivos.

Mas aí vem a pergunta: afinal, se o governo brasileiro arrecada mais e devolve menos, para onde vai essa diferença? Bom, eu não vou afirmar nada, mas segue uma imagem para refrescar a memória do leitor…

Continue tenho orgulho de brasileiro, porque eu estou com vergonha…

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Evo Morales prova que brasileiro é otário

Você, brasileiro, é um otário.

Nosso amado vizinho Evo Morales provou isso.

Evo Morales promulga lei que legaliza veículos contrabandeados na Bolívia.

É, é isso mesmo.

Você, começa sendo um otário quando anda espremido em um ônibus. Mas, otário do jeito que é, decide trabalhar em vez de receber o bolsa-família e ser sustentado pelos outros otários.  Então você decide comprar um carro e paga o preço mais caro do mundo, dando metade do seu dinheiro para o governo no valor do carro e no da gasolina (clique aqui e confira).

Não bastando ser tão otário e sustentar com a sua gasolina um governo que tem vergonha de ser brasileiro como você (clique aqui), você agora é roubado, porque sua rua não tem polícia, já que a favela aí do seu lado não gosta de polícia (clique aqui também).

Caso você seja um otário com sorte, vão pegar o bandido, e você será otário suficiente para sustentar ele e a família dele (duvida? clique aqui!). E agora, se não bastasse isso, vai pagar seguro mais caro (é sério! clique aqui) porque nosso querido e amado vizinho vai legalizar seu carro lá na terra dos cocaleiros.

Você, para provar que é otário mesmo, pode até gastar mais dinheiro indo pra Bolívia e procurar seu carro caso tenha um rastreador. E vai encontra-lo! E não vai poder fazer nada porque lá o dono “legal” do seu carro é o bandido!

Enquanto isso, o país pára somente para assistir ao STF julgar que a Marcha da Maconha é liberdade de expressão. Bem, vejamos quem está nessa marcha… hum… algum empresário? Tem alguém importante nessa marcha? Hum… deixe me ver, um aluno desempregado com dreads no cabelo, outro com 40 anos sustentado pela mãe… bom, gente importatíssima para o país. Gente que faz passeata! Gente que ainda vai mandar mais dinheiro para a Bolívia, sustentar o tráfico nas favelas e ser contra a polícia, assim como foi na USP (aqui).

Eu sou um otário mesmo…

Xinran

Vai aí uma excelente dica de leitura: Xinran, As Boas Mulheres da China.

Acabei de ler esse livro fantástico, uma aula de humanidade e valores. O livro conta algumas passagens na vida de Xinran Xue, autora e protagonista do livro. Uma radialista da China “meio comunista, meio sabe-se lá o quê”, mas que viveu na infância os horrores da China socialista e totalitária. O foco do livro não é o país em si, mas o sofrimento das mulheres, que na maioria das vezes sim foi provocado pela política do país. A própria protagonista cita fatos da sua vida que a traumatizam desde criança. Veja este relato retirado de uma entrevista que a própria concedeu à Revista Veja (clique aqui para ler a entrevista):

Durante a Revolução Cultural, meus pais foram presos, acusados de ser capitalistas porque haviam trabalhado com estrangeiros e falavam inglês. Os guardas vermelhos entraram em casa e fizeram uma fogueira com tudo o que diziam ser “reacionário” ou “burguês”: livros do meu pai, meus brinquedos e até minhas tranças. Eu usava duas tranças, amarradas com fitas. A guarda gritou que era um penteado burguês. Cortou-as e jogou-as no fogo também. Depois disso, fui levada, com meu irmão mais novo, para um quartel da Guarda Vermelha. Vivi lá por seis anos e meio. Como nossos pais eram considerados reacionários, éramos chamados de “crianças negras” e não podíamos brincar com as outras. Dormíamos no chão. Muitas noites, os guardas vinham, no escuro, pegavam uma criança e a levavam para o quarto ao lado. Era a hora dos abusos, dos espancamentos… Eu ouvia o choro e os gritos e ficava tão assustada que meu corpo todo tremia. A cada noite eu achava que seria a minha vez. Era aterrorizante. Acho que escapei porque era muito pequena. Até hoje, quando meu marido está viajando, não durmo sem colocar minha bolsa, minhas chaves, tíquetes de avião, qualquer coisa assim, ao lado da cama. Faço isso para não entrar em pânico quando acordar no meio da noite – para lembrar que não estou mais lá e quem eu sou agora. Não consigo me livrar disso. Procurei psicólogos, mas não funcionou. Acho que eles eram ocidentais demais para me entender.

Detalhe: A própria não pode mais voltar à China. Saiu fugida e agora precisa de visto pra entrar no próprio país. Já viram isso em algum país capitalista? Já viu isso na Suíça? Na Noruega? Na Dinamarca? Pois é! E depois vem professorzinho de humanas andando de New Civic e morando em Moema querendo me falar da “opressão do capitalismo”. O que a preguiça de trabalhar não faz com as pessoas…

Também achei curioso este exemplo que ela usa para explicar a China, mas que sem querer explica o sucesso de certas políticas assistencialistas daqui mesmo da terra tupiniquim:

Antes dos anos 80, a China era um garoto sujo e esfomeado. Nunca teve a chance de tomar um banho quente, de vestir uma roupa limpa, de forrar o estômago. Se você oferece a esse menino, em uma mão, um pão duro e velho, e na outra mão, um cardápio com nomes de pratos desconhecidos e maravilhosos, qual dos dois ele vai preferir?

Troque China por Brasil, “pão duro” por “bolsa-família” e “cardápio” por democracia e salário. Tá explicado o Brasil.

Implicante

Descobri mais um site que vale a visita. Mais um brasileiro se mexendo pra colocar um pouco de lógica nessa republiqueta ignorante.

Pare o que estiver fazendo e visite http://www.implicante.org/

Eu não queria ir para a escola

Eu não queria ir para a escola quando era pequeno. Não mesmo.

Todos os dias eu acordava às 6 da manhã para entrar às 7 na escola. E todos os dias eu dizia para a minha mãe que eu não queria ir. Eu vestia meu uniforme reclamando, calçava meu “kichute” reclamando, tomava meu leite reclamando, ia a pé para a escola de mãos dadas com a minha mãe reclamando. E o que minha mãe fazia? Me levava para a escola. Simples. Ou me ignorava ou me dava uns tapas e uns puxões de orelhas. Mas ainda sim me levava para a escola. Eu fazia birra, me jogava no chão, e minha mãe me levava para a escola. Hoje eu agradeço à minha mãe por cada tapa e puxão de orelha.

Mas hoje as mães não são mais assim. As mais pobres tiram o filho da escola, as de classe média culpam a escola e as mais ricas pagam terapeuta. Parece que essas mães de hoje não sabem o óbvio que minha mãe sabia: Não se dá ouvidos a uma criança de 7 anos de idade.

Mas deixando de lado essa discussão pedagógica, o que me assusta mesmo é o que acontece com os mais pobres. E digo mais: O principal e maior problema do Brasil é a falta de estudo dos mais pobres. Não é a fome, nem violência, nem pobreza, nem saúde, nem poluição, nada. O maior problema do Brasil é a educação.

Vou repetir: O MAIOR PROBLEMA DO BRASIL É A EDUCAÇÃO. A EDUCAÇÃO RESOLVE TODOS OS OUTROS!!!

E digo mais: Todos os países desenvolvidos tem altos níveis de educação. Simplesmente todos, sem excessão. E não há nenhum país subdesenvolvido com bons níveis de educação. É o que minha mãe já sabia: A fórmula do desenvolvimento é a educação. Seja uma pessoa ou seja um país.

Minha mãe inclusive me obrigou a estudar até a faculdade. Não queria apenas que eu aprendesse a ler e a escrever. Era pra ser alguém na vida. Ela dizia que ler e escrever qualquer um sabia, até ela.

Para quem não sabe, em alguns países desenvolvidos o estudo é OBRIGATÓRIO. Não tem conversa, criança em idade escolar é obrigada a estudar. E ponto final. Se o pai não levar o filho na escola, vai preso! É cadeia mesmo! É crime tirar a criança da escola. Aqui isso até acontece, mas é exceção.

Esqueçam essa de bolsa-família, de investimento do BNDES, de grau de investimento, de reforma agrária, de todas estas tentativas de levar o país pra frente. É tudo perda de tempo. A ÚNICA SOLUÇÃO PARA O BRASIL É A EDUCAÇÃO. O dia em que o estudo até a faculdade for obrigatório no Brasil, neste dia seremos um país de primeiro mundo. Até lá estamos perdendo tempo e sustentando um povo feito de trouxa pelo governo. Governo que mantém o povo burro para assim dominá-lo.

Ah se o Tio Lula conhecesse a minha mãe…

Eu não queria ir para a escola

Este é mais um texto que há muito tempo eu queria escrever, então peço paciência e atenção de todos que estão lendo.

Todos os dias eu acordava às 6 da manhã para entrar às 7 na escola. E todos os dias eu dizia para a minha mãe que eu não queria ir. Eu vestia meu uniforme reclamando, calçava meu “kichute” reclamando, tomava meu leite reclamando, ia a pé para a escola de mãos dadas com a minha mãe reclamando. E o que minha mãe fazia? Me levava para a escola. Simples. Ou me ignorava ou me dava uns tapas e uns puxões de orelhas. Mas ainda sim me levava para a escola. Eu fazia birra, me jogava no chão, e minha mãe me levava para a escola. Hoje eu agradeço à minha mãe por cada tapa e puxão de orelha.

Mas hoje as mães não são mais assim. As mais pobres tiram o filho da escola, as de classe média culpam a escola e as mais ricas pagam terapeuta. Parece que essas mães de hoje não sabem o óbvio que minha mãe sabia: Não se dá ouvidos a uma criança de 7 anos de idade.

Mas deixando de lado essa discussão pedagógica, o que me assusta mesmo é o que acontece com os mais pobres. E digo mais: O principal e maior problema do Brasil é a falta de estudo dos mais pobres. Não é a fome, nem violência, nem pobreza, nem saúde, nem poluição, nada. O maior problema do Brasil é a educação.

Vou repetir: O MAIOR PROBLEMA DO BRASIL É A EDUCAÇÃO. A EDUCAÇÃO RESOLVE TODOS OS OUTROS!!!

E digo mais: Todos os países desenvolvidos tem altos níveis de educação. Simplesmente todos, sem excessão. E não há nenhum país subdesenvolvido com bons níveis de educação. É o que minha mãe já sabia: A fórmula do desenvolvimento é a educação. Seja uma pessoa ou seja um país.

Minha mãe inclusive me obrigou a estudar até a faculdade. Não queria apenas que eu aprendesse a ler e a escrever. Era pra ser alguém na vida. Ela dizia que ler e escrever qualquer um sabia, até ela.

Para quem não sabe, em alguns países desenvolvidos o estudo é OBRIGATÓRIO. Não tem conversa, criança em idade escolar é obrigada a estudar. E ponto final. Se o pai não levar o filho na escola, vai preso! É cadeia mesmo! É crime tirar a criança da escola. Aqui isso até acontece, mas é exceção.

Esqueçam essa de bolsa-família, de investimento do BNDES, de grau de investimento, de reforma agrária, de todas estas tentativas de levar o país pra frente. É tudo perda de tempo. A ÚNICA SOLUÇÃO PARA O BRASIL É A EDUCAÇÃO. O dia em que o estudo até a faculdade for obrigatório no Brasil, neste dia seremos um país de primeiro mundo. Até lá estamos perdendo tempo.

Ah se o Tio Lula conhecesse a minha mãe…

Salário mínimo não é unidade de medida!

Hoje não é mais comum, mas antigamente muitos contratos eram firmados em “salários mínimos”. Serviço de contabilidade era até engraçado. Todos os contadores cobravam um salário mínimo. Esta prática era comum nos tempos de hiper-inflação, com os preços dobrando a cada 3 meses. As pessoas precisavam de algo que fosse corrigido sempre para não perder com a inflação. Ah, como é bom não ter inflação, né? Um dia ainda penduro na minha rua uma faixa dizendo “Agradeço à FHC pela graça alcançada”.

Mas apesar de muito utilizado, não fazia sentido usar o salário mínimo como unidade de medida. Hoje então, sem inflação, menos ainda! O salário mínimo é um piso, um limitador, e não é medida de nada. Isto não existe em lugar nenhum no mundo.

Hoje o salário mínimo só é utilizado como unidade de medida na aposentadoria, e só não sobe mais por culpa da aposentadoria. Se não fosse a aposentadoria pública, o salário mínimo já seria o dobro do que é hoje, calculo eu.

É um purgante amargo que o governo precisa engolir, mais cedo ou mais tarde, mas tem que fazer. As aposentadorias precisam de outra unidade de medida separada do salário mínimo. E rápido!

O Partido Capitalista apóia esta mudança, mesmo sabendo que muita gente vai chiar. Mas o que é certo, é certo. Doa a quem doer!